
Entra ano, sai ano e a torcida vê a história se repetir para o Mengão. Nadar, nadar, nadar mais um pouco e... bom, finalmente, morrer na praia.
É claro que é cedo demais para um prognóstico mais negativo, mas a demonstração de soberba, somada ao deslumbramento do elenco do Flamengo ontem, foi embasbacante.
Vencendo tranquilamente o jogo por 2 x 0, com nítida condição de dilatar o marcador, o time de Cuca pisou no próprio cadarço e caiu. E de 4. Bruno, que durante a semana afirmara que esse ano seria diferente, foi quem abriu a porteira para os Leões (um estava na tribuna), com uma belíssima assistência de golpe de vista, raríssima no futebol.
Raríssimo também foi o primeiro tempo de Ronaldo Angelim. O “Magro de Aço” apunhalou a torcida, obrigando os rubro-negros a elegê-lo como o pior da partida. E, já que Angelim é Ídolo na Gávea, isso doeu. Tudo bem, o Magro tem crédito, mas o medo de mais uma campanha frustrante toma conta do imaginário da torcida, que começa a ver a mesma novela outra vez.
Alguma coisa foi positiva? Claro que sim. O Sheik mostrou que o entrosamento com o Imperador é questão de tempo e será um trunfo nas rodadas que se seguirão, principalmente porque esse dois jogadores não serão dragados pela janela-buraco-negro da Europa que se abrirá, levando Ibson e quem mais estiver pela frente.
O Flamengo tem plenas condições para não acabar como em campanhas recentes (exceto a de 2007, que foi uma campanha épica!) e ficar com o hexa, mas precisar superar seu pior adversário: o próprio Flamengo.
É claro que é cedo demais para um prognóstico mais negativo, mas a demonstração de soberba, somada ao deslumbramento do elenco do Flamengo ontem, foi embasbacante.
Vencendo tranquilamente o jogo por 2 x 0, com nítida condição de dilatar o marcador, o time de Cuca pisou no próprio cadarço e caiu. E de 4. Bruno, que durante a semana afirmara que esse ano seria diferente, foi quem abriu a porteira para os Leões (um estava na tribuna), com uma belíssima assistência de golpe de vista, raríssima no futebol.
Raríssimo também foi o primeiro tempo de Ronaldo Angelim. O “Magro de Aço” apunhalou a torcida, obrigando os rubro-negros a elegê-lo como o pior da partida. E, já que Angelim é Ídolo na Gávea, isso doeu. Tudo bem, o Magro tem crédito, mas o medo de mais uma campanha frustrante toma conta do imaginário da torcida, que começa a ver a mesma novela outra vez.
Alguma coisa foi positiva? Claro que sim. O Sheik mostrou que o entrosamento com o Imperador é questão de tempo e será um trunfo nas rodadas que se seguirão, principalmente porque esse dois jogadores não serão dragados pela janela-buraco-negro da Europa que se abrirá, levando Ibson e quem mais estiver pela frente.
O Flamengo tem plenas condições para não acabar como em campanhas recentes (exceto a de 2007, que foi uma campanha épica!) e ficar com o hexa, mas precisar superar seu pior adversário: o próprio Flamengo.